Cerca de 40 professores e estudantes de universidades da região Nordeste foram capacitados pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) em dezembro sobre como monitorar o crescimento da vegetação da Caatinga em locais voltados ao manejo, ou seja, à extração sustentável de produtos do bioma.
A atividade ocorreu em parcelas permanentes da Rede de Manejo Florestal da Caatinga (RMFC), que são áreas separadas para o estudo da regeneração da mata e da biodiversidade após uma intervenção antrópica, localizadas em Lagoa Salgada (RN), Serra Negra do Norte (RN), Macau (RN), Floresta (PE), São João do Piauí (PI) e Pacajus (CE).
O engenheiro florestal da Unidade Regional Nordeste do SFB, Alencar Garlet, explica que as informações obtidas nas áreas de parcelas permanentes são usadas na elaboração de normas legais sobre extração florestal no bioma. “A Instrução Normativa sobre manejo na Caatinga têm como base científica as pesquisas da Rede”, diz.
São esses estudos que mostram quanto tempo o produtor deve aguardar para extrair madeira e lenha de uma área que já foi usada. O manejo funciona dentro de um ciclo no qual, a cada ano, só se retira produtos florestais de parte de área, e assim sucessivamente. Após 15 anos, é possível voltar ao primeiro talhão manejado.
Fonte: florestal.gov.br
Leia na íntegra: http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=6487
